
"Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva?Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim(...)"
Comecei a trabalhar este poema de Augusto Gil, esta semana com os meus bebés do 2º ano.
Trouxe-me à memória momentos de um passado muito longínquo. Um passado doce, com cheiro a pão acabado de sair do forno na padaria lá da rua e um calor saído das brasas que o coziam.
Belos momentos aqueles...
Os pequenos gostaram tanto do poema que me pediram para decorar, e sabem que conseguiram?
Não todo, claro, porque é enorme, mas foi muito bom ver a empatia deles com o poema. Prova que há coisas que nunca passam do tempo.
.
Por falar em tempo, não tenho tido muito para vos visitar. A inspecção andou lá pela escolinha e andámos numa revolução enorme. A malta tem sempre as coisitas em dia, mas nunca se sabe o que é que os sargentões vão pedir.
Vou tentar arranjar algum tempito para saber de vocês. Até lá, muitos beijinhos e façam o favor de ser felizes, apesar da chuva :O(
5 comentários:
A mim, faz-me sempre lembrar a Herman Enciclopédia ;)
Kisses
ianita:
Ehehehe...a mim tb
Mas para no Herman quem batia era o ovário, lembraste?
Beijinhos, miga
engraçado...
este poema é o poema que me relembra a minha infancia...
adoro :)
Eu Mesma:
Acho que todos nós pensamos exactamente no mesmo.
Beijinhos
Lindissimo este poema.
È uma doçura.
Eu também não tenho tido muito tempo de por aqui andar.....mas hoje até deu...hihihi
Beijokitas linda
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