sábado, 16 de janeiro de 2010

Balada da neve


"Batem leve, levemente,

como quem chama por mim.

Será chuva?Será gente?

Gente não é, certamente

e a chuva não bate assim(...)"


Comecei a trabalhar este poema de Augusto Gil, esta semana com os meus bebés do 2º ano.

Trouxe-me à memória momentos de um passado muito longínquo. Um passado doce, com cheiro a pão acabado de sair do forno na padaria lá da rua e um calor saído das brasas que o coziam.

Belos momentos aqueles...

Os pequenos gostaram tanto do poema que me pediram para decorar, e sabem que conseguiram?

Não todo, claro, porque é enorme, mas foi muito bom ver a empatia deles com o poema. Prova que há coisas que nunca passam do tempo.

.

Por falar em tempo, não tenho tido muito para vos visitar. A inspecção andou lá pela escolinha e andámos numa revolução enorme. A malta tem sempre as coisitas em dia, mas nunca se sabe o que é que os sargentões vão pedir.

Vou tentar arranjar algum tempito para saber de vocês. Até lá, muitos beijinhos e façam o favor de ser felizes, apesar da chuva :O(

5 comentários:

ianita disse...

A mim, faz-me sempre lembrar a Herman Enciclopédia ;)

Kisses

Zabour disse...

ianita:
Ehehehe...a mim tb
Mas para no Herman quem batia era o ovário, lembraste?

Beijinhos, miga

Eu Mesma! disse...

engraçado...
este poema é o poema que me relembra a minha infancia...

adoro :)

Zabour disse...

Eu Mesma:
Acho que todos nós pensamos exactamente no mesmo.

Beijinhos

Parisiense disse...

Lindissimo este poema.
È uma doçura.

Eu também não tenho tido muito tempo de por aqui andar.....mas hoje até deu...hihihi

Beijokitas linda