
"Tão mesquinha e tão vil, tu que pariste
As normas do estatuto do docente,
Não tens nada de humano, não és gente,
Nada mais que injustiças produziste.Se lá nesse poleiro aonde subiste
O estado do ensino tens presente,
Repara como és incompetente,
Como a classe docente destruíste.
Se pensas que esta gente está domada,
Te aceita a ti, ao Valter e ao Pedreira,
Estás perfeitamente equivocada:
Em breve encontraremos a maneira
De vos correr p'ra longe à cacetada,
Limpando a educação de tanta asneira"

E ao ministro:
"Há um primeiro-ministro que mente,
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,
Mas que mente, sobretudo, impune/mente...
Indecente/mente.
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora,
Nos vai enganar eterna/mente."
6 comentários:
Ai colega... ando fartinha da senhora...
entro num blog e chutam-me com ela... Noutro e vem ela...
Glup...
beijo enorme! :)
Ovinho:
Podes crer...prometo nunca mais postar sobre ela, não merece o trabalho...
Bjokas,minha gema
Adoro poesia....ahahahahahah
Mas prefiro aquela que fala de amor, carinho, amizade.......
Esta é da que causa dores, enjoos, vomitos, raiva........
Mas haja imaginação e sentido de humor, e isso são duas qualidades que aprecio.
Beijokitas linda
Parisiense:
Concordo plenamente ctg. Por isso prometi ao Ovinho k não vou mais falar na c...ela não merece a energia dispendida.
Beijinho
ah ah ah ah ah ah! LOOOOOOOOL
Van:
Mete LOL nisso...
;O)
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