sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Um soneto à ministra...



"Tão mesquinha e tão vil, tu que pariste

As normas do estatuto do docente,

Não tens nada de humano, não és gente,

Nada mais que injustiças produziste.Se lá nesse poleiro aonde subiste

O estado do ensino tens presente,

Repara como és incompetente,

Como a classe docente destruíste.

Se pensas que esta gente está domada,

Te aceita a ti, ao Valter e ao Pedreira,

Estás perfeitamente equivocada:

Em breve encontraremos a maneira

De vos correr p'ra longe à cacetada,

Limpando a educação de tanta asneira"



E ao ministro:

"Há um primeiro-ministro que mente,

Mente de corpo e alma, completa/mente.

E mente de maneira tão pungente

Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,

Mas que mente, sobretudo, impune/mente...

Indecente/mente.

E mente tão nacional/mente,

Que acha que mentindo história afora,

Nos vai enganar eterna/mente."

6 comentários:

Ovinho Estrelado disse...

Ai colega... ando fartinha da senhora...

entro num blog e chutam-me com ela... Noutro e vem ela...

Glup...

beijo enorme! :)

Zabour disse...

Ovinho:
Podes crer...prometo nunca mais postar sobre ela, não merece o trabalho...

Bjokas,minha gema

Parisiense disse...

Adoro poesia....ahahahahahah

Mas prefiro aquela que fala de amor, carinho, amizade.......
Esta é da que causa dores, enjoos, vomitos, raiva........

Mas haja imaginação e sentido de humor, e isso são duas qualidades que aprecio.

Beijokitas linda

Zabour disse...

Parisiense:
Concordo plenamente ctg. Por isso prometi ao Ovinho k não vou mais falar na c...ela não merece a energia dispendida.

Beijinho

Van disse...

ah ah ah ah ah ah! LOOOOOOOOL

Zabour disse...

Van:
Mete LOL nisso...

;O)